Postado em 6 de outubro de 2023

O Grupo Equatorial, uma multilities brasileira, aderiu ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção com o objetivo de fomentar ainda mais a sua cultura organizacional voltada para a ética e a transparência em seus negócios.

Lançando em 2006, o pacto é uma iniciativa do Instituto Ethos e uma referência no campo da governança. Por meio deste documento, as empresas signatárias se comprometem com a adoção de medidas internas para prevenir e combater a corrupção, como o estabelecimento de códigos de ética regulando suas ações, treinamentos para colaboradores e a promoção de ações que garantam a transparência em suas operações financeiras e de governança no geral.

O pacto reafirma o Programa de Integridade do Grupo Equatorial e reforça os valores corporativos de ética e sustentabilidade do negócio, ao mesmo tempo em que a companhia reitera importância de políticas internas que promovam a ética, a transparência e a responsabilidade. A adesão serve também como um reconhecimento adicional de stakeholders para  mitigar eventuais riscos no negócio.

Sobre o Pacto

O Pacto é uma iniciativa do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, UniEthos – Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime (UNODC) e Comitê Brasileiro do Pacto Global.

Os princípios do Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção estão baseados em três diretrizes principais: a Carta de Princípios de Responsabilidade Social, na Convenção da ONU contra a Corrupção, que aponta medidas para o fortalecimento da prevenção e o combate mais eficaz e eficiente contra a corrupção, além da promoção da integridade; o 10º princípio do Pacto Global que prevê combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina; e as diretrizes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que indica recomendações dos governos à empresas multinacionais e estabelecem princípios e padrões de boa prática consistentes com a legislação aplicável e os padrões reconhecidos internacionalmente. O cumprimento das Diretrizes da OCDE pelas empresas é voluntário e não é legalmente exigível.

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